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Juliana Knust aposta em procedimento no bumbum antes do Carnaval: ‘Nada exagerado’

“Nada de desespero, e sim um olhar de cuidado mesmo. Foi uma escolha consciente, pensando no longo prazo”, afirma a musa do Cordão do Bola Preta

Aos 44 anos, a atriz Juliana Knust, coroada musa do tradicional Cordão da Bola Preta no início de 2025, revelou que realizou um tratamento de bioestímulo de colágeno no bumbum como parte de uma fase mais consciente de cuidados com o próprio corpo. À frente do Carnaval 2026, Juliana afirma que a decisão não teve relação direta com a exposição da festa, mas com a percepção natural das mudanças do corpo ao longo do tempo.

“Sempre fui bem discreta em relação ao meu corpo, mas chegou uma fase em que a gente começa a perceber algumas mudanças naturais. Nada de desespero, e sim um olhar de cuidado mesmo. O bioestímulo entrou para melhorar a qualidade da pele e estimular o colágeno, que com o tempo vai diminuindo. Foi uma escolha consciente, pensando no longo prazo”, contou.

A atriz explica que a escolha pela região do bumbum veio justamente por ser uma área que costuma sofrer mais com o passar dos anos. “O bumbum é uma região que costuma sofrer bastante com a flacidez e a perda de firmeza. Eu comecei a perceber isso de forma bem sutil, nada exagerado, mas suficiente para entender que um tratamento ali fazia sentido. E eu sempre busco algo que respeite meu corpo e traga um resultado natural”, disse.

Responsável pelo protocolo Harmonize Gold, a médica Danuza Alves (CRM/RS 36568 – CRM/SP 219399), diretora médica e sócia da Clínica Leger Porto Alegre, explica que o bioestímulo de colágeno é indicado para pacientes que desejam melhorar a qualidade da pele de forma progressiva. Segundo ela, o tratamento atua na base da pele, melhorando resistência, sustentação e textura. “Indico o bioestímulo de colágeno quando observo flacidez, afinamento da pele, perda de firmeza, mesmo sem grande perda de volume”, comentou. “O bioestímulo respeita o tempo biológico do corpo e fortalece a pele de dentro para fora.”

Embora o Carnaval esteja no horizonte, Juliana reforça que o procedimento não foi motivado exclusivamente pela festa. “O Carnaval não foi o principal motivo, mas claro que passa pela cabeça. Mesmo assim, eu faria o tratamento em qualquer época do ano. Não é sobre festa, é sobre bem-estar e autoestima”, afirmou.

Ela também comenta o olhar público sobre o corpo feminino durante o Carnaval. “No Carnaval, o corpo da mulher vira quase um assunto público. Mas hoje eu não me preparo para atender expectativas externas, e sim para me sentir bem comigo mesma”, disse.

Sobre desfilar no Cordão da Bola Preta, Juliana destaca o valor afetivo do bloco. “É rua, é gente, é troca. São horas intensas, calor, energia lá em cima. Você vive o Carnaval de verdade”, concluiu.

Fotos: Divulgação / CO Assessoria